Sou a construção do meu ser,
Sou a volatilidade de pseudo interatividade do querer,
Me perco em propósitos e sonhos,
Me perco em planos e danos...
Sou adaptável, porém vulnerável...
Me esquivo em lembranças, frases, sentenças de vida,
Contidas em um contexto sobre o pretexto de saída,
Me esquivo em algo revogável...
Revogo o questionamento e confinamento do meu próprio ser,
Esquivo em paisagens frias, congeladas com gelos internos...
Luzes penetram lentamente, trazendo o amanhecer límpido da alma,
enquanto me deito ainda em pensamentos.
Sou a construção da sociedade que me cerca;
Sou a capacidade do pseudo modernismos...
Crônicas das cidades...
Em meio às luzes de olhos brilhantes de pessoas que desenfreadamente passam,
E passam-se as cenas;
Enquanto isso, me esquivo na solidão auto imposta do meu ser
Farley A. Miranda
Julho de 2013.