Vida arteira
Que escreve na madrugada
Dois lados de uma estrada
descem pela ladeira;
Límpido amanhecer
As vezes me passam
sem eira e nem beira
solidão -
escolha de uma chance... inteira
Quê sonido é esse? no vácuo?
Passos na madeira
Olhos pestanejando... sonhando... acordando... murmuriando:
Brincadeira!
Hoje o amor recitou uma poesia do meio da bagunceira... Hmmm
A outra face agora é sarcástica
Correndo na bicicleta debaixo do céu azul
Ontem houveram sons do mar,
disco arranhado de tanto tocar...
Confissões de cabeceira!
oiiii linda poesia...adorei...beijos meu amigo
ResponderExcluirObrigado Claudia... bjs
ResponderExcluiramei o texto!!
ResponderExcluirparabéns