Fujo da poesia insistentemente
Pois essa me faz encarar a minha alma desnuda
Denotações de percepções, canções, intenções...
Em que todos se misturam...
Porém existe um lumiar de alvorecer do lado de fora
Enquanto aqui dentro se enebrece a minha alma
Frente a escoriações escondidas entre remendos ajuntados de um mosaico que nao se completa
Porém esta me atrai sorratereamente
Da mente demente, do incessante expoente da prosa incandecente
Do lado altivo, passivel de culpas e memorias
Da caminhada em meio à selva que se ergueu, comprida...
Na cidade dos horizontes belos, de cantos alegres...
De simpaticos olhares e de ventos refrescantes
De percepções de um céu extremamente e externamente azul...
Enquanto eu, Inóspito em um ar frio de outono interno.
Belissimo, reluzente esse azul, pude sentir daqui...
ResponderExcluir=)